Blog do Arthur

Archive for the ‘Cultura’ Category

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Eu diria que estou fazendo algo semelhante ao Darryl acima, mas com duas diferenças básicas:

– Jimi Hendrix e Beatles beleza, mas Simon e Garfunkel….

– Reconheço que existem os meus clássicos e os clássicos para o bebê.

Na minha lista: Jethro Tull, Led Zeppelin, The Who, The Doors, Pink Floyd, Jimi Hendrix, Eric Clapton, The Allman Brothers Band, Janis Joplin, Rush, Ramones, Mutantes, Raul Seixas, entre outros nesta linha…. Ainda não estou doutrinando o bebê nestes, vou esperar ele ter uma opinião própria para “degustar” com mais entendimento (acho que por volta dos 6 meses ele estará pronto…).

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Olha o orgulho dele usando a camiseta do Led…

Depois de um tempinho com outra camiseta do Led, para nao se esquecer...

Depois de um tempinho com outra camiseta do Led, para nao se esquecer…

Em relação aos clássicos do bebê, já tenho alguns candidatos:

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Pink Floyd para bebês: parece aqueles CDs de debilóide, com músicas infantilizadas ao ponto da idiotice, mas não é. São arranjos muito legais e suaves, que durante a gravidez eu e a Cristina ficávamos curtindo e relaxando… Até hoje não comprei o Rolling Stones nem o Beatles para bebês, da mesma série…

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Palavra Cantada: pelo pouco que fiquei conhecendo do universo de músicas infantis, o Palavra Cantada se destaca pelo bom gosto dos arranjos e qualidade. O CD deles de cantigas infantis, que resgatas as cantigas tradicionais, é ótimo (inclusive me despertou para escrever outro post, sobre as letras das cantigas infantis…). Muito bom cantar a música do “Lá em casa tem uma galinha…”, “A barata diz que tem….” e outras.

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Balão Mágico! Clássico dos clássicos infantis, não para bebês, mas para crianças um pouco maiores (no nosso caso, beeeem maiores….). Quem não se lembra de “Meu nome é Mike… Gosto muito de cantar…”, “Galinha magricela” e o maior de todos, “Ursinho Pimpão”, cantado com a voz horrorosa e estridente da Simoni, nos seus tempos de inocência tão longínquos…

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Sítio do Picapau Amarelo: Sem comentários, preciosidade, tem até cheiro de infância…

Adriana Calcanhoto - Adriana Partimpim (2004)Adriana Partinpim. Não conhecia muitas músicas da Adriana Calcanhoto, mas me recomendaram este CD e não me arrependi. Excelente, com músicas de bom gosto e uma voz muito gostosa de se ouvir.

Atualmente, a companheira das noites de mamadas e fraldas é a MPB FM (90,3 MHz).

Plunct Plact Zum: Raul Seixas, Zé Rodrix, Lulu Santos, até Jô Soares… em um especial infantil… só pode dar coisa boa. Clássicos que nem lembrava que foram feitos para este especial

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Agora entre 5 e 6 anos de idade já está escolhando por conta própria as músicas que gosta.

Um pouco mais novo, começou a gostar de Nando Reis. As favoritas dele são “O Mundo É Bom Sebastião” e “Não Vou Me Adaptar” (esta ele canta inteira, o que é muito engraçado dado a letra da música….).

Um dos clássicos que ele aprendeu e que nos divertimos muito inventando as mais variadas letras é Surfin’ Bird!! Esta ele ouviu a versão dos Ramones.


Mais recentemente, aprendeu Cassia Eller. Do CD acústico MTV dela, adora a “Quando a Maré Encher” e “Vá Morar com o Diabo”. Da “Partido Alto” ele gosta quando canta a parte que fala “eu sou… do Rio de Janeiro…”.

 

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Com 6 anos, Ramones é seu favorito. E a Sophia está aprendendo também… Não pode ouvir Blietzkrig Bop que já começa a dançar…

Mostrei para ele um clip do Jimi tocando com os dentes e o Stevie Ray Vaughn tocando de costas….

Algumas do Queen ele gosta, Raul e acreditem… Moreira da Silva e Dicró!!!

pai

Conta-se que quando Deus se dispôs a criar os pais, ele se esmerou a tal ponto que atraiu a atenção de um anjo, que ficou a observá-lo.

Deus começou fazendo um homem de estatura muito alta. O anjo vacilou um pouco, mas resolveu falar com o Criador:

“Senhor, que tipo de pai é este? Se as crianças são baixinhas, por que um pai tão alto? Ele terá dificuldades para jogar bolinhas de gude sem se ajoelhar. Não poderá colocar uma criança na cama, nem beijá-la, sem ter que se curvar muito.”

Deus sorriu e explicou que o pai precisava ser alto, para a criança ter alguém para enxergar, quando olhasse para cima.

Aí, ele partiu para colocar mãos grandes e vigorosas no modelo. O anjo criou coragem e falou outra vez:

“Senhor, desculpe-me. Mas mãos grandes são desajeitadas. Elas não vão conseguir abotoar botões pequenos, nem prender elásticos nos cabelos e nem retirar cisco do olho de uma criança. E como irão trocar fraldas num bebezinho?”

“Pensei nisso”, respondeu Deus, com toda sua paciência. “eu as fiz grandes o suficiente para segurar tudo o que um menino tira do bolso no fim do dia. E você verá, são pequenas o suficiente para segurar e acariciar o rosto de uma criança.”

Depois, Deus começou a modelar as pernas. E as fez longas, esguias. E colocou ombros largos no protótipo de pai que estava criando.

“O Senhor percebeu que fez um pai sem colo? Quando ele segurar uma criança, ela vai cair pelo vão das suas pernas!” – tornou a censurar o anjo.

Deus continuou a modelar, com todo o cuidado e esclareceu:

“Mães necessitam de colo. O pai necessita de ombros fortes para equilibrar um menino na bicicleta ou segurar uma cabeça sonolenta no caminho de casa, depois das brincadeiras do circo ou da ida ao parque.”

E Deus colocou pés grandes. Os maiores pés que o anjo já tinha visto. Ele não se conteve:

“Senhor, acha isto justo? Honestamente, o senhor acha que esses dois pés vão conseguir saltar tão rápido da cama quando o bebê chorar? E quando tiver que atravessar um salão de festas de aniversário de uma criança, então! No mínimo, com esses pés enormes vai esmagar umas três delas, até chegar ao outro lado.”

“Eles vão ser úteis”, foi explicando o bom Deus. “você verá. Vão ter força para sustentar uma criança que deseje ver o mundo, do alto do pescoço do pai. Ou que deseje brincar de cavalinho.”

Vão dar passadas firmes e quando a criança as ouvir, subindo as escadas, em direção ao seu quarto, se sentirá segura, por saber que o pai log mais estará ali, para abençoá-la, antes de se entregar ao sono.”

Deus continuou a trabalhar noite adentro. Deu ao pai poucas palavras, porém uma voz firme, cheia de autoridade. Deu-lhe também olhos que enxergavam tudo, mas que continuavam calmos e tolerantes.

Contemplando sua obra de arte, Deus resolveu acrescentar um último detalhe. Tocou com seus dedos os olhos do pai e colocou lágrimas que ele pudesse acionar, quando tivesse necessidade.

Aí, virou-se para o anjo e perguntou: “agora, você está satisfeito em ver que ele pode amar tanto quanto uma mãe?”

O anjo nada mais tinha a argumentar. Permaneceu em silêncio.

Autor desconhecido.


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